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Tortinhas de brigadeiro com creme de limão

·      1 xícara de trigo ·      1 ovo batido ·      1 colher de sopa de açúcar ·      1 colher de sopa de fermento em pó ·      100 g margarina ·      Recheio de limão: ·      1/2 lata de leite condensado ·      1/2 caixinha de creme de leite ·      Suco de 2 limões ·      Recheio de brigadeiro: ·      1/2 lata de leite condensado ·      1/2 lata de creme de leite ·      2 colheres de chocolate em pó ·      1 colher de margarina ·      MODO DE PREPARO: o Massa: ·      Misturar tudo até ficar homogênea, abrir com as mãos, forrar forminhas de empadas com a massa ·      Assar em forno pré-aquecido por aproximadamente 15 minutos o Creme de limão: · ...

Porque morremos?

Você já se perguntou por que morremos, afinal? Não raro a morte, ao aproximar-se de nossos caminhos, traz consigo dor, saudades, incompreensão e revolta. Se é assim, nada mais natural do que nos perguntarmos:   Para que morrer? Ou, por que morrer? Será mesmo necessário passarmos, enfrentarmos situação tão dolorosa? Se fizermos a pergunta a um filósofo, ele nos trará inúmeras propostas, discutidas e analisadas por eminentes pensadores, reflexionada por sábios e intelectuais, versando sobre a morte. Se nos dirigirmos a um biólogo, ele trará as explicações do ciclo de vida da natureza, dos processos biológicos naturais, do envelhecimento da estrutura fisiológica. Para esse ou aquele religioso, a resposta a essa pergunta se limitaria à expressão:   É a vontade de Deus , nada mais conseguindo acrescentar. Diria que tudo o mais que cerca o fenômeno da morte   é mistério de Deus, insondável para todos nós. Mas, se alguém nos respondesse que morremos para voltar para casa, qual...

Solidao Virtual

Houve um tempo onde só podíamos conversar com alguém se estivéssemos fisicamente próximos. Nessa época, havia uma única possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, horários para se reunir, para se conhecer. E se não estivéssemos com alguém, se não houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solidão. O sentir-se sozinho não era, muitas vezes, uma opção, mas uma contingência, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma opção de um relacionamento familiar ou social. Porém, desde os fins do século XX, a tecnologia vem transformando nossas relações sociais. Avançando em uma velocidade difícil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes. Desde então, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emoções. Passamos a ter a possibilidade...

JESUS NA PORTA!

A sala estava repleta de convidados, todos curiosos para ver a obra de arte, ainda oculta sob o pano branco. Falava-se que o quadro era lindo. As autoridades do local estavam presentes, entre fotógrafos, jornalistas e outros convidados porque o pintor era, de fato, muito famoso. Na hora marcada, o pano que cobria a pintura foi retirado e houve caloroso aplauso. O quadro era realmente impressionante. Tratava-se de uma figura exuberante de Jesus, batendo suavemente na porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele desejava ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte perfeita. Contudo, um observador curioso achou uma falha grave no quadro: a porta não tinha fechadura. Dirigiu-se ao artista e lhe falou com interesse:  A porta que o senhor pintou não tem fechadura. Como é que o Visitante poderá abri-la? É assim mesmo,  respondeu o pintor calmamente. A porta representa o coração humano, que só abre...

O Ingrediente secreto

Aquilo incomodava Ben cada vez que passava pela cozinha. Era a pequena caixa de metal em cima do fogão de Martha. Ela continha uma receita secreta da sua mãe. A caixa não tinha nada de especial. Era tão velha que a maior parte do vermelho e dourado das suas flores originais havia desbotado. Podia-se dizer exatamente onde ela havia sido pega tantas vezes. Não eram somente os dedos de Martha que haviam encostado ali. Também os dedos da sua mãe e da sua avó. Martha não tinha certeza, mas achava que talvez até mesmo sua bisavó tivesse usado a caixa e seu ingrediente especial. Tudo que Ben sabia era que, pouco depois de ter casado, Martha recebera a caixa da mãe, que lhe dissera para usar o conteúdo da mesma forma que ela o havia usado. E ela o usou, fielmente. Ben nunca viu Martha preparar um prato sem tirar a caixa da prateleira e colocar uma pitada do ingrediente secreto na receita. O que quer que houvesse na caixa, com certeza funcionava, pois Ben achava que Martha era a melhor c...