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Oniomania você sabe que doença é esta?



As veze o consumismo de algumas mulheres é levado na brincadeira como deboche, pincipalmente agoraem pleno século 21, onde comprar é quase uma obrigação, onde fortes campanhas públicitarias convencem os consumidores a comprar aquilo que nem mesmo precisam abaixo vamo falar de uma doença séria a “Oniomania” você sabe oque é?
Comprar, comprar e comprar… Muita gente compra para obter status, por necessidade, ou até mesmo por modismo, mas há quem compre pelo simples prazer que esse ato proporciona. Essas pessoas são os chamados consumidores compulsivos e formam 3% da população brasileira.A oniomania, doença que ataca esse tipo de compulsivo, é caracterizada como um transtorno de personalidade e mental, classificado dentro dos transtornos do impulso. Para o consumidor compulsivo, o que lhe excita é o ato de comprar, e não o objeto comprado. Essa pessoa “tem vontade de adquirir, mas não de ter”.

Psicólogos e profissionais que estudam o comportamento humano; afirmam que, quando alguém sente uma vontade incontrolável de comprar e gastar dinheiro, sem que haja domínio algum sobre esse desejo, isso pode ser oniomania. Algumas pesquisas na área já constatam que existem casos de pessoas que compram várias camisas da mesma cor e modelo, ou gastam todo o dinheiro em bolsas ou sapatos idênticos aos que já tem. Não há um objetivo, a vitima de oniomania adquiri objetos que não têm a menor utilidade. ou seja, compra por comprar. Quando a compra não é realizada, há uma sensação de angústia e mal-estar.

Comprar, comprar e comprar… Muita gente compra para obter status, por necessidade, ou até mesmo por modismo, mas há quem compre pelo simples prazer que esse ato proporciona. Essas pessoas são os chamados consumidores compulsivos e formam 3% da população brasileira.
A oniomania, doença que ataca esse tipo de compulsivo, é caracterizada como um transtorno de personalidade e mental, classificado dentro dos transtornos do impulso. Para o consumidor compulsivo, o que lhe excita é o ato de comprar, e não o objeto comprado. Essa pessoa “tem vontade de adquirir, mas não de ter”.

Psicólogos e profissionais que estudam o comportamento humano; afirmam que, quando alguém sente uma vontade incontrolável de comprar e gastar dinheiro, sem que haja domínio algum sobre esse desejo, isso pode ser oniomania. Algumas pesquisas na área já constatam que existem casos de pessoas que compram várias camisas da mesma cor e modelo, ou gastam todo o dinheiro em bolsas ou sapatos idênticos aos que já tem. Não há um objetivo, a vitima de oniomania adquiri objetos que não têm a menor utilidade. ou seja, compra por comprar. Quando a compra não é realizada, há uma sensação de angústia e mal-estar.
TRATAMENTO
De acordo com a especialista a psicoterapia é a solução. “Quando a família acompanha a vítima o tratamento é muito mais efetivo, isso porque existe todo um apoio familiar”, observa. A dra. Vera deixa claro que não é médica mas sim uma psicóloga e que reconhece que não tem nenhuma restrição a tratamento a medicamentosos, pois quando o paciente precisa ele tem que ser ajudado por um psiquiatra. “Nesse caso, porém, eu rejeito o medicamento. No máximo, se o médico achar que o nível de ansiedade é muito grande e quiser entrar com medicação não tenho nada contra, mas o grande trabalho nesses casos é mesmo o da psicoterapia”, alerta. Segundo ela o paciente precisa entender e reformular. “Trata-se de uma reformulação interna, onde a pessoa vai ter que procurar o seu prazer em outra coisa que seja objetiva eficiente e que não cause dano”, explica.
A CURA
“Claro que tem cura”, disse a psicóloga. Segundo Vera a pergunta inicial seria: você vai fazer o que no Shoping? “Se a pessoa está sentindo vontade de tomar um sorvete, então tome. Se sente vontade de comer alguma coisa gostosa, também pode comer mas se não está precisando de nada, porque comprar?”, orienta. Ela comenta que nem sempre os psicoterapeutas orientariam da mesma
forma o tratamento a ser desenvolvido. “No meu caso, faço toda orientação ligada a linha cognitiva comportamental onde tenho os passos e estratégias de uma abordagem que trabalha com a realidade e reflexão em cima do que incomoda aquele paciente”, esclarece.




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