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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Escolhendo o momento de ser mãe


Encontrar sua alma gêmea e viver feliz para sempre. Esse é o grande sonho, aprendido desde a infância, quando escutamos os tradicionais contos de fadas. O princípe e a princesa tem muitos filhos e vivem felizes para sempre no seu castelo. 
Mas não é o destino nem o capítulo final de um casamento feliz que trazem os filhos.
Ter filhos, dar espaço para eles na relação implica em várias decisões e avaliá-las com rigor pode ser um bom começo para esta emocionamente aventura.
Na verdade o que determina quando é chegada a hora de um casal se transformar em família é o emocional, o psicológico: o estar preparado enquanto casal para assumir esta responsabilidade e arcar com ela para todo o sempre, já que ter um filho é uma decisão sem volta.

Mas existem alguns parâmetros que ajudam a avaliar se o momento que vocês estão vivendo e pelo qual passa a relação é o mais indicado, e se o filho vai chegar numa boa hora para os dois.
A relação vai bem e o filho só vem a acrescentar?

Filho não é a solução para nenhuma crise conjugal e não evita o naufrágio do casal.
Pelo contrário, nos primeiros tempos, uma criança significa uma revolução tão grande que até os mais sólidos casamentos podem balançar temporariamente. Portanto, ter filhos só pode ser decidido num momento de estabilidade da relação. 
(Quantas de nós conhecemos casais ou mulheres que decidiram engravidar para salvar um casamento? Realmente, filho não salva casamento. Ele não é a garantia de que o casal vai continuar junto para sempre. A única coisa que mantém um casal unido é o amor). 
O desejo de ter um filho é comum aos dois?

Os bebês não vem mais ao mundo "sem querer", as gestações ocorrem pelo desejo de ter um filho quer seja consciente ou inconsciente. O que garante o afeto e o amor ao bebê que está chegando é a certeza de que ele chegou com mútuo consentimento e desejo dos dois.
 
Existe uma pré- disponibilidade interna de cada um em abrir mão de uma vida mais descompromissada em prol do bebê que vai chegar?

Essa terceira pessoa que vem se juntar ao casal, exige cuidados, carinho e disponibilidade dos dois. Se os companheiros estão dispostos a lidar com os medos e ansiedades da gestação, com as noites maldormidas sem se sentir lesados por isso é um bom indicio de que é chegada a hora.
(E lá se vão os passeios a dois sem hora para voltar, o ficar na cama no domingo até cansar. Pelo menos até o bebê ter uma certa idade. O casal tem de ter consciência de que o bebê precisa de atenção, de que vai ser necessário abrir mão de alguns momentos para o bem da família).
O momento foi planejado considerando os prós e contras da vida profissional de cada um?

Hoje é comum que homem e mulher trabalhem fora. Um filho pode causar mudanças e sacrifícios à carreira, sobretudo da mulher, que vai diminuir ou interromper suas atividades profissionais por um tempo ou definitivamente. E ainda vai querer contar com a ajuda e presença do marido ao lado dela.
Se vocês estão de acordo sobre isso e não vêem o bebê como um empecilho, então este filho será bem- vindo.
(Esse é o dilema da grande maioria das mulheres, será que estamos preparadas para abrir mão de nosso trabalho, ou melhor, de adiar temporariamente nossos sonhos profissionais? Não dá para achar que vai ser possível conciliar a gravidez e o trabalho, vai ter um momento em que será necessário para e dar atenção à gravidez e ao bebê, pelo menos nos primeiros meses. )

Vocês acreditam que realmente chegou o momento, é agora ou nunca?

Só vocês dois de corações abertos podem avaliar. E se juntos chegarem a esta decisão, está na hora de encomendar o berço, começar a lista do enxoval e buscar orientação sobre essa nova tarefa a que vocês estão dispostos : a de ser pais.
( Minha mãe costuma dizer o seguinte: Se vocês forem esperar ter dinheiro sobrando aos montes para ter esse filho ele nunca vai ser encomendado!!
Não sei até que ponto ela tem razão, mas tenho de confessar, tem horas que a gente sabe que se não assumir essa responsabilidade de criar uma criança nunca vai se preocupar em guardar um dinheirinho para isso. Ou vai dizer que alguém já casou e começou a fazer a  "poupança baby "? Claro que não, nós até podemos ter um dinheiro guardado, mas o destino que vai ser dado a ele só depois é que decidimos.)
E não se envergonhem de buscar ajuda profissional para desvendar os "segredos "da maternidade e da paternidade. Afinal se para tirar carteira de habilitação é necessário fazer uma série de provas e testes, para ser pai e mãe e conduzir uma criança que vai chegar são necessários : amor, disponibilidade, afeto e muita, mais muita orientação.

Plagiando Chico Buarque de Hollanda, que esse bebê que vai chegar seja "o fruto mais bendito do amor de vocês". E que com muito carinho possam arrumar o "berço" para este mais novo membro da família.
Felicidades a vocês e aos bebês já presentes e aos que vão chegar . Trazendo mais alegria, sorrisos e felicidade. 
Clarice Skalkowicz Jreissati
Psicóloga
 


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